Pandemia é risco incalculável
Entenda o motivo.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Câmara aprova lei que define novas obrigações entre seguradoras e segurados
terça-feira, 28 de junho de 2016
Comissão aprova livre escolha de oficina em seguro auto
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Seguro de carro pode ter economia anual de R$ 3.441
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Por que o seguro de carro é tão caro no Brasil?
sábado, 23 de março de 2013
Reajustes na carteira do seguro de veículos chegam a 138%
Alguns dados indicam que, em determinadas situações, o custo médio do seguro de automóvel mais do que dobrou neste começo de ano. "Os preços, em alguns casos, chegaram a subir até 138%. Mesmo em 2012, na média, o aumento foi de 20%, um índice alto, diante de uma inflação que ficou na casa dos 6%", diz o consultor de seguros e economista Francisco Galiza.segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Conquiste seu espaço, aprenda sobre o mercado de seguros!
A Escola Nacional de Seguros oferece um programa de educação continuada por meio de cursos a distância. O programa, com a marca da Escola, proporciona um ensino nos mesmos padrões de qualidade e excelência dos cursos em sala de aula.Utilizando diferentes recursos, a metodologia dos cursos a distância ajuda o aluno a entender o conteúdo das disciplinas. O programa é uma opção para quem quer desenvolver competências de forma rápida e eficaz, a fim de enfrentar os novos desafios do mundo moderno.Para quem não tem tempo para frequentar regularmente os cursos presenciais ou, então, mora em cidades onde esses cursos não são ministrados, a Escola Nacional de Seguros oferece vários cursos a distância sobre temas ligados à indústria do seguro. O método e os materiais utilizados têm a marca da Escola, o que assegura a qualidade do aprendizado.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Seguros não são todos iguais!
quinta-feira, 17 de março de 2011
Tragédia no Japão aumenta o prejuízo do setor segurador.
O violento terremoto que atingiu o Japão nesta sexta-feira, um mês após o tremor em Christchurch, na Nova Zelândia, vai aumentar ainda mais o prejuízo do setor de seguros, principalmente das resseguradoras mundiais, já muito afetadas nestes últimos anos pelas catástrofes naturais.
Nesta sexta-feira (11/03), as ações das resseguradoras europeias despencaram na Bolsa: pela manhã, as companhias alemãs Munich Re e Hannover Re perdiam cerca de 5% cada uma em Frankfurt, bem como a Swiss Re em Zurique, e a francesa Scor registrava queda de mais de 7% na Bolsa parisiense.
“Após as enchentes na Austrália, o terremoto na Nova Zelândia e agora no Japão, a conta das resseguradoras vai ficar salgada logo nos primeiros meses do ano”, destacou um analista especializado no setor de seguros, que preferiu manter anonimato.
As resseguradoras devem ser “mais afetadas” pela catástrofe do que as companhias de seguros primárias, já que é da competência delas cobrir os assegurados, lembrou Christian Muschick, analista do banco privado alemão Silvia Quandt. A primeira resseguradora mundial, a alemã Munich Re, “pode enterrar definitivamente seus objetivos de resultados para este ano”, considerou.
Na quinta-feira, a Munich Re já havia advertido que não conseguiria atingir em 2011 um lucro líquido estável de € 2,4 bilhões se o impacto das catástrofes naturais se mostrasse superior às previsões.
O grupo já previa encargo de cerca de um € 1 bilhão para o terremoto na Nova Zelândia e para as enchentes na Austrália no início do ano. “Temos muitas atividades no Japão. Mas ainda é cedo para avaliar nossa exposição”, declarou um porta-voz da Munich Re.
Apesar de as resseguradoras considerarem ser cedo para avaliar os prejuízos, uma nota da corretora JPMorgan Cazenove estima que o custo deve se situar entre US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões. Ainda segundo a corretora, a fatura seria “administrável”, mas precisou que a estimativa era “muito preliminar”.
Fonte: Redação com AFP – Agência IN




















