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quarta-feira, 15 de abril de 2020

Seguro Educacional durante a pandemia


A Wyden Educacional, instituição de ensino superior com várias unidades no país, integrante do Grupo educacional Adtalem, passou a oferecer aos seus alunos de graduação, presencial e EAD, o Seguro Educacional, sem custo nenhum para o aluno. Vamos mostrar aqui a importância do seguro educacional. 

O seguro educacional é um seguro utilizado para para cobrir o pagamento das mensalidades caso o responsável financeiro do aluno (podendo ser o próprio aluno) tenha seu contrato de trabalho CLT rescindido sem justa causa e não tenha como realizar o pagamento das mensalidades. O seguro educacional é um benefício oferecido aos alunos para manter a quitação das mensalidades em dia.

A Wyden Educacional oferece o benefício do seguro educacional aos seus alunos sem custo nenhum, podendo cobrir até 6 meses de mensalidade. O seguro é importante para os alunos para manter a mensalidade em dia e também muito importante para a instituição que protege seu fluxo de caixa contra imprevistos. 

Durante a pandemia de COVID-19, as instituições de ensino tiveram de adotar quase que de imediato e de maneira total o EAD, para tentar dar conta do conteúdo do ano. A paralisação das atividades poderia significar prejuízos enormes em toda a cadeia educacional. O seguro educacional é uma maneira de proteger financeiramente a instituição e também de proteger seus alunos, que precisam continuar estudando. 

Nota 10 para a Wyden Educacional.  

Fonte:

Tribuna do Ceará

O Maranhense 

terça-feira, 14 de abril de 2020

Enfrentando a crise econômica com o Seguro Garantia Judicial


Em Ato Conjunto, o Tribunal Superior do Trabalho e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho vedaram, em 2019, o uso do seguro garantia judicial e da fiança bancária como substitutos ao depósito recursal e para garantia de execução trabalhista, mesmo aquele sendo um instrumento legalmente amparado no Código de Processo Civil e na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT. O Conselho Nacional de Justiça - CNJ, recentemente, anulou os artigos daquele Ato Conjunto, voltando a permitir o uso de seguro garantia judicial e fiança bancária. Vamos então mostrar a importância do seguro garantia judicial.

O seguro garantia judicial é um instrumento de caução processual que protege o credor e também o devedor em execução de processos judiciais. O seguro garantia judicial irá garantir os devidos pagamentos ao credor em caso de execução, sem que isso engesse ativos financeiros, como bens imóveis e recursos em caixa. A finalidade do seguro é portanto assegurar o pagamento exigido do tomador (devedor no processo judicial), garantindo o interesse do credor, sem sacrificar em demasia o devedor. Para a empresa tomadora do seguro, a importância é liberar recursos em caixa que possam ser utilizados em suas atividades, aumentando produtividade, gerando emprego e renda. O caso em questão aconteceu na indústria de telecomunicações, onde a decisão do CNJ passa a permitir com que empresas de telecom possam utilizar os recursos, antes engessados, para participar do leilão do 5G no Brasil.

O seguro garantia não é um seguro qualquer. É uma apólice específica que deve ser previamente tipificada pelo ordenamento jurídico. Um exemplo, é a portaria da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional que “regulamenta o oferecimento e a aceitação do seguro garantia judicial para execução fiscal e seguro garantia parcelamento administrativo fiscal para débitos inscritos em dívida ativa da União (DAU) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS)” e estabelece que a garantia contratada deve abranger o débito constante da inicial acrescido de 30%. Além do ordenamento jurídico específico, a apólice do seguro garantia deve ter o tempo necessário de vigência equivalente ao processo, para que não seja rejeitada.

A grave crise econômica decorrente da pandemia do COVID-19 já está afetando as empresas e o seguro garantia é um importante aliado na continuidade dos negócios, ao permitir com que os recursos em caixa não sejam engessados em processos tributários, cíveis e trabalhistas, assegurando a liquidez das empresas, mantendo as atividades produtivas e preservando o emprego das pessoas, dando sobrevida à economia do país em um momento tão delicado. 

FONTE: 


Seguro vale a pena?


Essa é pra nunca mais dizer que um seguro não vale a pena.

O Torneio de Wimbledon, um dos mais consagrados torneios de tênis do mundo, não terá sua 134ª edição em 2020. O evento foi cancelado por conta da pandemia do coronavírus. É a primeira vez que o torneio é cancelado desde 1945, na II Guerra Mundial. Entretanto o evento estava coberto por um seguro. Será que valia a pena?

A All England Law Tennis and Croquet Club, realizadora do evento, tomou a decisão de cancelamento por conta da pandemia de COVID-19. Os organizadores faziam um investimento de R$ 10 milhões por ano em um seguro que cobrisse prejuízos caso algo ocorresse e impedisse a realização do torneio. Esse investimento foi feito durante 10 anos. Como esse ano o evento não será realizado, a indenização a ser paga pela seguradora será de R$ 705 milhões.

Valeu a pena?

E o seu negócio? Está protegido contra imprevistos? 


segunda-feira, 13 de abril de 2020

Sua empresa está preparada para o mundo pós-pandemia?

O grande desafio atual da humanidade é enfrentar a pandemia do coronavírus. Salvar o máximo possível de vidas. Para os negócios, o grande desafio é sobreviver aos efeitos da pandemia e ao mesmo tempo se preparar para um mundo pós-pandemia. Uma única certeza paira na cabeça de todos: o mundo será outro. Para os negócios, a demanda de consumo vai mudar, mais regulação, cadeias de suprimentos com grandes impactos, desemprego, recessão e uma crescente incerteza que vai permear o mundo. O que as empresas devem fazer para encarar o futuro?
Em um artigo da Harvard Business Review, Pedersen e Ritter adaptaram o modelo teórico de estratégia de Henry Mintzberg e propuseram os 5 Ps como: Posição, plano, perspectiva, projetos e preparação. Para os autores, 5 perguntas podem ajudar o seu negócio a se prepararem para o mundo pós-COVID-19.
1 - Qual posição você pode atingir durante e depois da pandemia?
Para tomar melhores decisões estratégicas você tem de entender muito bem a posição do seu negócio no ambiente. O que você pode ou não fazer? Quem são seus competidores? Qual o seu papel no ecossistema? É preciso agir o quanto antes para que você consiga preparar o seu negócio para o que virá.

2 - Qual o seu plano de recuperação?

O que você precisa fazer hoje para atingir os objetivos amanhã? O cenário mudou completamente e continua mudando muito rápido. Planos precisam ser atualizados ou refeitos completamente. 

3 - Como a cultura e a identidade do seu negócio mudarão?

A cultura e a identidade do seu negócio tem uma probabilidade altíssima de mudar como resultado da pandemia. A maneira como sua empresa vê o mundo e a si mesma terá um novo significado. As pessoas estarão mais unidas ou mais isoladas? Como sua perspectiva vai evoluir? O quanto sua organização estava culturalmente preparada para enfrentar a crise? Essas respostas vão ajudar você a identificar o que pode ser alcançado.

4 - Quais novos projetos você precisa iniciar, executar e coordenar?

Algumas atividades da sua empresa serão enterradas no pós-pandemia. Outras atividades serão elevadas. Algumas atividades essenciais você ainda não colocou em prática. Outras atividades você ainda estava estudando. O desafio vai ser priorizar quais novos projetos você deve colocar em prática.

5 - Quão preparado VOCÊ está para executar seus planos e projetos?

Quais recursos estão prontos para ser usados? Qual velocidade e qualidade dos processos de tomada de decisão? Os consumidores irão lembrar de como sua empresa se posicionou durante a crise.
Aproveitamos para adicionar algumas considerações sobre o que as organizações devem fazer no pós-pandemia. Um outro "P" tão importante quantos todos os cinco já explorados aqui: PROTEÇÃO.  A grande dificuldade das empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes, é ter caixa suficiente para enfrentar uma crise com ou sem precedentes. Ter caixa é ter recursos necessários para arcar com suas obrigações e, e uma crise sanitária como essa, proteger seus funcionários. Existem vários mecanismos de proteção para que uma empresa, seja ela de qual segmento for, possa utilizar e enfrentar crises. Mecanismos tanto internos quanto externos à organização. Então lembre-se dessa outra palavra: PROTEÇÃO.  

Pandemia é um risco incalculável

O seguro tem como objetivo cobrir riscos previsíveis. É com base nessa previsibilidade que é possível precificar o seguro e cobrar um prêmio. Então, a imprevisibiliade do risco faz com que pandemias, catástrofes naturais e guerras sejam geralmente excluídas das linhas de cobertura.

No entanto, devido não somente à comoção causada pela epidemia de coronavírus no mundo e no Brasil, mas também à saúde financeira nos fundos mutuais para suportarem os pagamentos que serão realizados, segundo os cálculos atuariais e estatísticos que já foram realizados pelos seguradores. Também já foram realizados cálculos financeiros para aferir as aplicações das reservas nos próximos meses e anos, mesmo em um cenário que sinaliza que as aplicações deverão demorar para apresentar resultados positivos. Mas todos os cálculos foram realizados pelo setor de seguros privados no Brasil, com uso da melhor técnica e de todo conhecimento acumulado ao longo de séculos.

A indústria do seguro, na qual tanto confiamos e na qual a sociedade brasileira e internacional pode confiar precisa, neste momento, permanece muito clara e transparente em suas atitudes para não comprometer seu maior patrimônio: a confiabilidade.

Então várias seguradoras já anunciaram que estão deixando de aplicar a regra de que pandemias são excluídas de apólices, estabelecendo algumas regras específicas para o COVID-19.

Caso tenha dúvidas sobre a cobertura e as especificações de cobertura do seu seguro de vida, o ideal é consultar o seu Corretor de Seguros.

Acompanhe as estatísticas da doença aqui.

✅ - Até então ja são 27 Cias Seguradoras que oferecem cobertura* para o COVID-19


  1. American Life
  2. Bradesco Vida e Previdência
  3. Brasil Seguridade
  4. Caixa
  5. Capemisa
  6. Centauro ON
  7. Chubb
  8. Generali
  9. Icatu
  10. Itaú Seguros
  11. Liberty
  12. MAG
  13. Mapfre
  14. Metlife
  15. Mitsui Sumitomo
  16. Omint
  17. Pasi
  18. Porto Seguro
  19. Previsul
  20. Prudential
  21. Seguros Unimed
  22. Sompo
  23. SudaSeg
  24. SulAmérica
  25. Sura
  26. Tokio Marine
  27. Zurich Santander
(Lista atualizada às 17h do dia 27/04/2020)
*Recomendamos que analisem as condições específicas de franquia e carência para esta cobertura que cada seguradora está estabelecendo.